Luis Alberto Bettencourt

    
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De salientar que o músico, vai ser agraciado no próximo dia 5 de Junho com a Insígnia Autonómica de Reconhecimento numa cerimónia que terá lugar na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. 

Luís Alberto Bettencourt nasceu em Ponta Delgada, tendo muito cedo demonstrado a sua
vocação para escritor de canções, aliando, de forma poética, ideias e harmonias que
actualmente são reconhecidas a nível nacional.
Foi membro e fundador de diversos projetos, entre os quais os grupos Construção e
Rimanço, tendo sido merecedor de diversos prémios e distinções. O jornalista e crítico
Mário Correia cita, em Música Popular Portuguesa: “Bettencourt reflete uma abordagem
musical e temática englobante e universalizante” (Construção).
A vida militar e o destino levou-o a viver no arquipélago dos Bijagós, onde curiosamente
se aproxima da população nativa, partilhando com ela rituais étnicos que hoje são
referências marcantes na sua música.
De regresso aos Açores, trabalha na televisão estatal, mantendo simultaneamente a sua
condição activa de músico e compositor.
Em 1987, a partir de um texto de António Melo e Sousa, e a convite de Zeca Medeiros,
compõe o tema “Chamateia”, hoje considerado uma referência da música açoriana
contemporânea e gravada por mais de 25 formações musicais. Musicou também ,os
temas “Boi do Mar” e “História de um Vulcão” de Victor Rui Dores
No âmbito da divulgação do seu trabalho “O SILÊNCIO DAS HORAS” atua em várias ilhas,e
realiza concertos íntimos em Lisboa, Almada, Porto, e Gaia.
A sua música está perpetuada em diversos discos, CDs e bandas sonoras, como, por
exemplo, “O Barco e o Sonho”, “Balada do Atlântico”, “Ilhas de Bruma”, “Os Últimos
Baleeiros”, “A História de um Vulcão”, “Ilha dos Amores” (TVI), etc. O cd “ACUSTICO” é
o seu mais recente projeto discográfico.
Na sua música, como na poesia, transpira a essência e o aroma das ilhas, onde o amor
emerge num sentido de pura contemplação e alerta.
É membro da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), com mais de 80 obras registadas, e
está representado em diversas colectâneas, entre as quais “XX Melodias, XX Poemas, XX
Pinturas do Século XX” (Direcção Regional da Cultura), “L’Éxpedition de Jules
Vernes” (editado em França), “7 Anos de Música” (RTP/A) e “Ilha dos Amores” (TVI).
A sua maneira de estar na vida faz dele um ser talhado para a diferença, para o
impenetrável mundo da magia das palavras, cheias de conteúdos místicos envolventes
que ultrapassam a segura estabilidade do conhecido. Uma presença kármica e sonora,
composta por sujeitos, verbos e complementos, por vezes de tempo, por vezes de
espaço, complementos de modo de ser.